Coordenado pela ABCD (Ação Brasileira de Combate às Desigualdades) e elaborado tecnicamente pelo DIEESE, no âmbito do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, o relatório reúne indicadores que monitoram, ano a ano, as desigualdades no Brasil em educação, saúde, renda, segurança alimentar, segurança pública, representação política, clima e meio ambiente, acesso a serviços básicos e desigualdades urbanas — sempre com recortes de gênero, raça/cor e regionais. A iniciativa reúne dezenas de organizações da sociedade civil, entre elas Ação Educativa, Cenpec, Coalizão Negra por Direitos, Instituto Cidades Sustentáveis, Instituto Ethos e Oxfam Brasil, com apoio institucional do Ministério das Mulheres.
Realizada pelo Instituto Cidades Sustentáveis em parceria com o Ipsos-Ipec, e com apoio da Fundação Grupo Volkswagen, a pesquisa “Viver nas Cidades Mulheres 2026” ouviu internautas de dez capitais brasileiras — Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo — sobre desigualdade de gênero e violência e assédio contra as mulheres nas cidades. O levantamento traça o perfil da amostra e as percepções da população sobre o tema, apontando caminhos para políticas urbanas mais seguras e igualitárias.
Realizado pelo Fundo Agbara — primeiro fundo filantrópico criado por e para mulheres negras no Brasil — em parceria com a ActionAid Brasil e patrocínio da Fundação Grupo Volkswagen, o estudo apresenta o Índice de Justiça Econômica Racial (IJER), uma métrica interseccional inédita que cruza educação, trabalho, renda e condições de moradia para revelar como raça e gênero estruturam o acesso a direitos e oportunidades no Brasil. Os dados mostram que mulheres negras vivem nas piores condições de moradia e infraestrutura do país, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, e o relatório propõe caminhos para políticas públicas mais justas.
Produzido pela Agenda Pública com patrocínio da Fundação Grupo Volkswagen, o relatório analisa os desafios e as oportunidades da transição para uma economia de baixo carbono em seis territórios brasileiros com forte dependência de cadeias produtivas carbono-intensivas: Rio de Janeiro (petróleo e gás), Bahia e Pernambuco (petroquímica), São Paulo (indústria automotiva), Pará e Maranhão (mineração e papel/celulose) e Mato Grosso (agropecuária extensiva). A partir de revisão documental e dados de 2018 a 2024, o estudo propõe caminhos de transição com ganhos para trabalhadores, empresas e governos, subsidiando políticas públicas territorializadas e estratégias de reconversão produtiva.
Realizado pelo ITS Rio (Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio) e pela Fundação Arymax, com patrocínio da Fundação Grupo Volkswagen, o estudo investiga como a inteligência artificial está redesenhando o mercado de trabalho e quem está mais exposto ao chamado “desemprego tecnológico” — sobretudo trabalhadores em situação de vulnerabilidade em países de renda média e baixa, como o Brasil. A pesquisa analisa três dimensões centrais — demanda por trabalho, oferta de talentos e experiência no ambiente laboral — e propõe recomendações para uma transição tecnológica mais justa e inclusiva.
Este guia tem como objetivo inspirar e capacitar equipes e indivíduos a promoverem ambientes mais inclusivos e democráticos. Desenvolvido em parceria com o Instituto Diverse, a publicação levanta reflexões necessárias, informações sintéticas e práticas orientativas.
Identificar a percepção da população brasileira acerca das múltiplas desigualdades: social, racial, gênero e orientação sexual, além de identificar a mobilidade social
Abrangência: Pesquisa nacional.
Universo: População brasileira com 16 anos ou mais moradores da área em estudo.
O Instituto Social Cultural Brasil, Organização da Sociedade Civil, em parceria da Secretaria do Estado da Cultura, Indústria e Economia Criativa de São Paulo, e da Fundação Volkswagen, apresentam o documentário inédito Mava etu ndape kuaai? “Quem é o selvagem agora?”.
Conhecer o território onde se vive e se convive em comunhão com o ambiente é primordial para que o indivíduo se sinta parte integrante de uma comunidade, em face de suas potências e de suas belezas, mas, também, de suas fraquezas. Não obstante, considerar a alteridade, reconhecendo o outro (a), a partir de suas vivências interculturais, compõem elementos de uma sociedade, que fortalece sua diversidade. Indígenas são parte fundamental de um ecossistema que contribuem, com suas culturas e tecnologias ancestrais, para a manutenção e conservação de áreas verdes, e quem sabe alguma desconstrução de paradigmas e aspectos os quais seres humanos carregam ao longo de gerações.
E-book realizado pela Fundação Grupo Volkswagen em parceria com a ONG ASID Brasil, com foco na empregabilidade de pessoas com deficiência. Entre os temas que fazem parte do livro, estão aspectos da legislação e dicas para o processo de inclusão nas empresas. Além disso, o material traz um glossário com termos frequentes, sugestões de leitura para quem desejar se aprofundar nesses tópicos e uma pesquisa inédita sobre a situação brasileira.