Fundação Grupo VW e Volkswagen do Brasil apoiam ONG LGBTI+ na Região ABC

Doação de R$ 70 mil realizada pela Fundação Grupo VW auxilia a Casa Neon Cunha, em São Bernardo do Campo, em suas atividades de acolhimento, apoio psicossocial e jurídico à população LGBTI+
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No Dia Nacional da Visibilidade das Pessoas Travestis e Transexuais, celebrado hoje, 29 de janeiro, a Fundação Grupo Volkswagen e a Volkswagen do Brasil declaram apoio à ONG Casa Neon Cunha, em São Bernardo do Campo (SP), cidade onde também está localizada a fábrica Anchieta da Volkswagen.

A iniciativa inclui a doação de R$ 70 mil à Casa Neon Cunha, realizada pela Fundação Grupo Volkswagen para a manutenção de suas atividades de acolhimento, abrigo e apoio psicossocial e jurídico junto à população LGBTI+ em situação de vulnerabilidade na região do Grande ABC.

A Volkswagen do Brasil também está oferecendo à Casa Neon Cunha um programa de mentoria coordenado pela ONG Parceiros Voluntários. Essa consultoria de governança e fortalecimento institucional oferece estrutura para promover a melhoria de gestão da Casa Neon Cunha, seu planejamento financeiro e captação de recursos. Na Volkswagen, esse projeto foi idealizado pela área de Diversidade & Inclusão da empresa, em parceria com o grupo de diálogo Colorindo, formado por pessoas colaboradoras voluntárias da VW para atuar em prol da causa LGBTI+.

“Aqui na Volkswagen do Brasil, trabalhamos todos os dias na construção de uma empresa cada vez mais humana, diversa e próxima das pessoas. Esse objetivo envolve o compromisso com a comunidade, com foco também na Diversidade & Inclusão. Dessa forma, é uma satisfação imensa levarmos nosso apoio à Casa Neon Cunha, uma ONG que atua em prol de relações sociais mais inclusivas, garantindo que o respeito prevaleça acima de tudo”, afirma Roger Corassa, vice-presidente de Vendas & Marketing da Volkswagen do Brasil e padrinho do grupo de diálogo Colorindo.

“Para a Fundação Grupo Volkswagen, mobilidade social vai além de prosperidade socioeconômica e está diretamente associada à inclusão de públicos minorizados. Acreditamos que não existe redução das desigualdades sem a valorização genuína da diversidade e, sobretudo, sem iniciativas concretas que promovam a inclusão, com equidade. Por isso, parabenizamos a Casa Neon Cunha por seu trabalho inspirador em São Bernardo do Campo e esperamos que essa doação e as demais ações que temos feito em parceria contribuam com sua missão e com o fortalecimento de sua atuação em prol da população mais vulnerável, em especial da comunidade trans. Vamos juntos pela mobilidade social!”, celebra Vitor Hugo Neia, diretor superintendente e de relações institucionais da Fundação Grupo Volkswagen.

“Nosso trabalho na Casa Neon Cunha busca reparar os direitos violentados da população LGBTI+, trazendo avanço e visibilidade para a pauta. E a parceria com a Volkswagen do Brasil é extremamente importante para a concretização do compromisso da marca com o impacto positivo na sociedade civil. Temos muito a realizar juntos pela população LGBTI+ em vulnerabilidade da região”, diz Paulo Araújo, presidente da Casa Neon Cunha. Clique aqui e saiba mais sobre a entidade.

“Promover e apoiar ações em prol dos direitos LGBTI+ na comunidade é um dos compromissos de uma empresa que, como a Volkswagen do Brasil, declarou publicamente respeitar e promover na sociedade os direitos humanos no combate às desigualdades e na valorização de potências antes não vistas. A conexão entre a Volkswagen e a Casa Neon Cunha é real, consistente e cria um relacionamento de valor para empresa e a instituição. É uma parceria que muda vidas e mentalidades”, completa Raphael Pagotto, secretário adjunto do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, do qual a Volkswagen do Brasil é signatária.

Linha Pride, da Fundação Grupo VW, apoia a visibilidade trans

A Fundação Grupo Volkswagen também apoia a visibilidade trans por meio de seus projetos e criou a Linha Pride, com produtos exclusivos inspirados na causa. A Linha Pride foi concebida em parceria com os integrantes do Colorindo, grupo de diálogo LGBTI+ da Volkswagen do Brasil.

Os itens são confeccionados pelas integrantes do projeto Costurando o Futuro, da Fundação Grupo VW, que capacita profissionais de costura. Por meio da técnica do upcycling, tecidos automotivos doados pelas marcas do Grupo VW e fornecedores são transformados em mochilas, estojos, nécessaires, entre outros itens, contribuindo com a sustentabilidade do planeta.

Além de beneficiar as costureiras participantes, parte da renda obtida com a venda dos produtos da Linha Pride é doada para a Casa Neon Cunha. As peças estão disponíveis na Loja da Fundação Grupo Volkswagen. Clique aqui e garanta já a sua.

Fundação Grupo VW tem vaga aberta para pessoa transgênero. Inscreva-se!

Agora, os processos seletivos da Volkswagen de Brasil incluem vagas exclusivas também para a comunidade trans. A empresa está com a sua primeira vaga destinada exclusivamente para pessoas transgênero aberta até quarta-feira (31/1), para o cargo de Analista de Responsabilidade Social.

Desde 1979, a Fundação Grupo Volkswagen realiza ações de educação e desenvolvimento de comunidades. O Analista de Responsabilidade Social é o profissional responsável por realizar, na prática, essa missão, por meio da coordenação de projetos, do acompanhamento de parceiros e beneficiários e da articulação entre primeiro, segundo e terceiro setores.

Se você se encaixa nesse perfil, ou conhece alguém, faça a inscrição até 31/1 neste link da plataforma Gupy.

Academia de programação CO.DE School apoia públicos de diversidade

Com o objetivo de formar jovens e adultos em situação de vulnerabilidade socioeconômica em conteúdos de programação (coding) e desenvolvimento, a Fundação Grupo Volkswagen conta com o projeto CO.DE School: Academia de Programação e Desenvolvimento, em parceria com o SENAI-SP.

A iniciativa prioriza pessoas pertencentes a grupos minorizados (LGBTI+, mulheres, pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência), além daquelas com menor renda familiar per capita. Em sua primeira edição, o programa formará 80 pessoas em fevereiro de 2024, após um ano de curso, sendo que 28% dos alunos são pessoas da comunidade LGBTI+, incluindo pessoas trans.